sábado, 24 de julho de 2010

Um "Bom" Exemplo de Tradução Automática

O café azul Jamaican da montanha é uma classificação do café crescida nas montanhas azuis de Jamaica. Os mais melhores lotes do café azul da montanha são anotados para seus sabor e falta suaves do bitterness. Sobre o último diversas décadas, este café desenvolveu uma reputação que lhe fizesse um do mais caro e procur-após cafés no mundo. Além a seu uso para o café brewed, os feijões são a base do sabor do liqueur de café de Tia Maria. Embora determinados lotes da montanha azul Jamaican têm sido por muito tempo o café o mais caro negociado, o pointu do bourbon do console de Réunion (um território francês ultramarino) surpassed esta marca em abril 2007. O café azul Jamaican da montanha é um meaning global protegido da marca de certificação que somente o café certificado pela placa da indústria do café de Jamaica possa ser etiquetado como esta''n. Vem de uma região crescente reconhecida na região azul da montanha de Jamaica e seu cultivation é monitorado pela placa da indústria do café de Jamaica que as montanhas azuis são ficadas situadas geralmente entre Kingston ao sul e Maria portuária ao norte. Levantando-se a 7.500 pés, são algumas das montanhas as mais elevadas nas Caraíbas. O clima da região é fresco e misty com rainfall elevado. O solo é rico com drenagem excelente. Esta combinação do clima e do solo é considerada ideal para o café. Reaping dos feijões é somente o primeiro estágio de uma operação involvida. Após reaping, o café é pulped e lavado em um pulperie e “no parchment molhado” esses os resultados são secados, curado, raded e classificaram então. Jamaica é um somente de alguns países worldwide que permite que “o parchment molhado” se sente e se envelheça para um mínimo de seis semanas para assegurar a consistência. Antes da exportação, o café submete-se então a medidas de controle da qualidade including as verificações e o copo da aparência que testam para assegurar a copo-qualidade dos feijões. O ato regulamentar da indústria do café especifica que café pode usar a montanha do azul da etiqueta. Adicionalmente, restringe o uso da marca registrada azul da montanha àqueles autorizada pela placa da indústria do café. Amplamente o discurso, o café colhidos dos parishes de Saint Andrew, de Saint Thomas, de Portland e de Saint Mary podem ser considerados café azul da montanha. Os limites específicos são definidos como segue: Começando por Skibo e procedimento em um sentido do leste-sul-easterly ao rio rápido; thence leste-sul-easterly a Chelsea; thence leste-sul-easterly a Durham (monte do Samba); thence sul-easterly a Belleview; thence sul-easterly ao longo da inclinação ocidental da montanha do corvo de John ao bosque do cedro; thence westerly ao monte da pia batismal; thence norte-westerly a Ramble; thence westerly à esperança boa; thence norte-westerly a Dallas; thence norte-westerly à vila da indústria; thence norte-westerly a Maryland; thence norte-westerly à mola dourada; thence northerly ao monte de Brandon; thence north-easterly ao Tranquility; thence leste-norte-easterly a Skibo. <1> Adicionalmente, somente o café crescido em elevações entre 3.000 e 5.500 pés pode ser chamado montanha do azul de Jamaica. O café crescido em elevações entre 1.500 e 3.000 pés é chamado montanha elevada de Jamaica, e o café crescido abaixo de uma elevação de 1.500 pés é chamado Jamaica supremo ou montanha baixa de Jamaica. (Toda a terra em Jamaica acima de 5.500 pés é um preserve da floresta, assim que nenhum café é crescido lá.) as classificações do café azul da montanha como com a maioria outras de variedades do café, lá são diversas classes atribuídas aos lotes diferentes, baseados em fatores tais como o tamanho, a aparência, e os defeitos permitidos. O ato dos regulamentos da indústria do café permite cinco classificações: No. azul da montanha. 1 - 96% dos feijões deve ter um tamanho de tela de 17/18. Não mais de 2% dos feijões têm defeitos significativos. No. azula montanha. 2 - 96% dos feijões deve ter um tamanho de tela de 16/17. Não mais de 2% dos feijões pode ter defeitos significativos. No. azul da montanha. 3 - 96% dos feijões deve ter um tamanho de tela de 15/16/17. Não mais de 2% dos feijões pode ter defeitos significativos. Montanha azul Peaberry - 96% dos feijões deve ser peaberry. Não mais de 2% dos feijões pode ter defeitos significativos. Montanha azul Triage - contem tamanhos do feijão de todas as classificações precedentes. Não mais de 4% dos feijões pode ter defeitos significativos.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

As Marés Negras Esquecidas do Delta do Nigér

Desde o mês de Abril, ouvimos notícias e intervenções frequentes do Presidente Obama na comunicação social acerca da catástrofe que está a acontecer no golfe do México, no seguimento da explosão da plataforma petrolífera Deepwater Horizon da BP. Embora seja uma tragédia em termos ambientais, fico cada vez mais perplexo sobre a forma como as notícias são escolhidas e tratadas. Assim, gostava que alguém me explicasse quais os motivos que impedem a comunicação social de exercer as suas funções em relação ao que tem sucedido no delta do Níger há 50 anos, onde a quantidade de petróleo rejeitada pelas plataformas, oleodutos, e estações petrolíferas ultrapassa de longe tudo o que está a ser rejeitado nas costas da Louisiana.
 
A título de exemplo, no dia 1 de Maio deste ano, no estado de Akwa Ibom (sudeste da Nigéria), um oleoduto da Exxon Mobil rebentou e ocasionou uma fuga de cerca de 4 milhões de litros de petróleo, durante 7 dias, antes que esta fosse colmatada.

Com 606 campos petrolíferos, o delta do Níger fornece 40% do total das importações de petróleo dos Estados-Unidos. Neste contexto, a indignação dos habitantes daquela região é facilmente compreensível.
 
Este sentimento de injustiça é reforçado pela catástrofe humanitária que estes derrames de petróleo têm provocado na população local. Uma população rural cujo meio de sobrevivência consiste em trabalhar a terra e a pescar. Obviamente, com o petróleo a cobrir o mar mas também os campos antigamente férteis, dificilmente poderão ganhar dinheiro para viver. Outra consequência das fugas permanentes de petróleo passa pela falta de água. Por fim, a esperança de vida destes habitantes foi avaliada em 40 anos. Assustador…

Embora seja impossível medir a quantidade exacta de petróleo perdida no delta do Níger por causa da atitude do Governo e das petrolíferas que preferem ocultar esses dados, dois estudos independentes apontam para números surrealistas. Assim, fala-se que durante estes últimos quatro anos foram rejeitados, todos os anos, no mar e nos campos a mesma quantidade que foi rejeitada até Junho no golfe do México. Segundo o relatório da WWF, estima-se que 1,5 milhões de toneladas (o que corresponde ao equivalente de 50 marés negras como a provocada pelo petroleiro Exxon Valdez, no Alaska) foram rejeitadas ao longo dos últimos 50 anos. Em 2009, a Amnesty International avaliou a quantidade total de petróleo rejeitada em, pelo menos, 9 milhões de barris. Por fim, as autoridades nigerianas referenciaram mais de 7 000 marés negras entre 1970 e 2000.

O que motiva tal indiferença e injustiça? Porque razão uma catástrofe ambiental está a ser mais noticiada do que uma crise humanitária? Alguém que me explique, por favor…

quarta-feira, 14 de julho de 2010

A Vitória Espanhola e o Desenvolvimento Económico do País

A organização de um evento como um Campeonato do Mundo de futebol é, pelo menos a curto prazo, claramente positivo em termos económicos. Relativamente à equipa vencedora da prova, observamos alguma dificuldade em quantificar o impacto económico de uma vitória nesta prova tão prestigiosa. Afinal, não se trata apenas de uma estrela na camisola e, no caso espanhol, um dos países mais afectados pela crise económica, esta questão torna-se ainda mais interessante.

A equipa vencedora do Mundial 2010 representa, de facto, um dos países que tem sofrido imenso ao longo dos dois últimos anos por causa da crise económica mas, por outro lado, é o país que tem ganho grande protagonismo em termos desportivos, e não apenas no futebol. As imagens de vitória e de sucesso da Rioja, de Rafael Nadal, Fernando Alonso e afins, contrastam com os números do défice público (superior a 11% do PIB) e do desemprego (perto dos 20%). Estes dados foram esquecidos por muitos espanhóis durante o Mundial da África do Sul como se este campeonato fosse uma lufada de ar puro e, após um mês de hibernação, talvez esses possam ter finalmente razões para serem optimistas.

Num estudo intitulado Soccernomics, realizado antes do Mundial de 2006 na Alemanha, o banco ABN Amro tinha chegado à conclusão que o país vencedor da competição iria beneficiar de um bónus económico médio de 0,7% de crescimento no espaço de um ano. Por sua vez, o segundo classificado da prova viria o seu crescimento económico perder 0,3% em relação ao ano anterior. As únicas excepções a esta regra ocorreram em 1974 e 1978, anos em que venceram a Alemanha e a Argentina.

Em 1998, ano em que o mundial foi organizado e ganho pela França, o PIB daquele país disparou 5,97% no trimestre a seguir à final, sendo que o crescimento registado naquele ano foi de 3,3%. No que diz respeito à Itália, o país conheceu um aumento de 7,7% de crescimento no trimestre a seguir e 4,4% num ano. A pergunta é então: será que a Espanha, que espera uma contracção do PIB de 0,3% em 2010, vai seguir a tendência observada?

A priori, e embora os efeitos macro-económicos de uma vitória no mundial não devam ser subestimados, estes não serão suficientemente fortes para transformar uma recessão num forte crescimento. O mal espanhol é profundo e tem um problema na estrutura da sua economia. Assim, tanto para Juan Carlos Martinez Lázaro da IE Business School e Josep Maria Sayeras da Escade, o efeito positivo do mundial será meramente pontual, beneficiando da euforia de alguns consumidores. Em nenhum caso esta "simples" vitória desportiva será capaz de influenciar os mercados e substituir-se a uma reforma do mercado do trabalho, do sector financeiro e da luta contra o défice.

Contudo, segundo José Luis Zapatero, o sucesso da Rioja pode ser um bom impulso para melhorar a imagem da Espanha e dar confiança aos espanhóis. E, por fim, perguntou eu: Não estarão os mercados baseados na confiança?

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Captain Tsubasa - New Kick Off

Não sou especialista em videojogos, longe disso... A última experiência que tive com a minha PS2 vai há mais de um ano e não tenho sentido saudades dela. Mas hoje e embora nunca tenha falado sobre este tema, não resisti ao facto de partilhar uma notícia que li num site Made in France: o lançamento de "Captain Tsubasa" para Nintendo DS. Isto é que é uma notícia animadora, principalmente após um mundial um coto tristinho, não acham?

Este desenho animado, criado há cerca de 30 anos pelos nossos amigos Japoneses, foi adaptado pela Konami e tudo indica que será vendido a partir do mês de Novembro. Mesmo antes de Natal, que coincidência... Oxalá esta adaptação esteja à altura das nossas expectativas (e aviso já que as minhas estão elevadas). Basicamente, queremos sonhar...

Sonhar como quando éramos pequenos e víamos o desenho animado na televisão... Episódios a ver um desgraçado percorrer um campo de futebol de 4 kms de comprimento durante 20 minutos, fintando 12 avançados, 24 médios, 48 defesas para finalmente, armar um remate vindo de outro mundo e, claro, marcar um golaço em que a bola de futebol se transformava subitamente numa bola de râguebi. Isto sem falar dos golos marcados com a engenhoca catapulta que consiste em ver um jogador saltar em cima do companheiro (que porventura é o irmão gémeo) com uns pitões em alumínio de 4 cm, atirar-se para o ar fazendo um mortal e...GOOOOOOLLLLLOOOOOOO!!!!

Sonhar também porque o próprio percurso do herói do desenho animado (Oliver) era uma busca de um sonho que o levaria para o Brasil seguir o seu mentor, o famoso Roberto Sedinho. Nota-se que o rapaz não percebia nada do assunto: primeiro, o dinheiro do futebol está na Europa e, segundo, o futebol europeu é que bota (basta ver os últimos campeonatos do mundo para perceber isso). Brasil, só se for para o Carnaval e, mesmo assim, prefiro o Velho Continente e Veneza...

Enfim, devaneios a parte, é isso tudo que o jogo da Konami nos irá oferecer, pois o elenco do jogo seguirá o do desenho animado. Assim, um jogador irá desempenhar o papel do Oliver, a jovem estrela do futebol Japonês.

Resumindo e concluindo, estou curioso para ver o resultado final e ainda mais como vai ser a jogabilidade deste jogo surrealista de futebol só com a cruz da DS para realizar aquelas acrobacias todas... Que tal adaptar o jogo para a Playstation? Isto é que era...

domingo, 4 de julho de 2010

Daqueles que Encomendam no McDrive e Comem no Carro, à porta do McDonald's

Este fim-de-semana, numa conversa entre amigos, tive a oportunidade de debruçar-me sobre um fenómeno sociológico que a cidade de Braga tem observado ao longo de vários anos, na zona da Universidade do Minho. Não, não vou falar de praxe, nem de noites académicas. Queria falar antes do McDonald’s, ou melhor, de quem vai ao McDrive e, mais particularmente daqueles que vão lá encomendar e que depois ficam a comer no carro junto ao “restaurante”.

Para quem não for da zona e desconhecer este fenómeno, passo a explicar… O McDonald’s situado junto à Universidade do Minho tem um McDrive, um parque de estacionamento privado e um caminho sem saída muito perto onde os universitários costumam estacionar os carros. Até aqui, nada de estranho. Porém, há quem goste de encomendar no McDrive e, das duas uma: ou estaciona o carro no parque de estacionamento e come aí mesmo, ou anda mais uns metros, estaciona o carro naquele beco e come no carro.

Não costumo julgar as pessoas sem tentar perceber quais os motivos que as levam a cometer determinados actos. Contudo, e após tanto tempo a observar quem ia ao McDonald’s junto da Universidade do Minho, confesso a minha ignorância. Já pensei em 1001 razões mas nenhuma válida me ocorre. Logo, só pode ser parvoíce…

Contudo, como sou teimoso, tentei encontrar algumas razões minimamente racionais…

A primeira teria a ver com o carro em si… De certeza que o automóvel tem todo o conforto lá dentro (bancos confortáveis em pele, daqueles que fazem massagens e que aquecem, televisão, etc.). Mas pelos vistos não é o caso, a não ser que os Clios, Corsa, Punto e companhia limitada tenham este equipamento. Neste caso devolvo já o meu!

A segunda teria a ver com as instalações do McDonald’s… Sei lá, talvez um problema com o ar condicionado, o cheiro a fritos, os empregados, a porta que nunca está fechada e que faz corrente de ar? Não me cheira… Neste caso, uma pessoa vai ao McDrive e segue comer para casa ou para outro sítio, mas não fica parado mesmo à porta do estabelecimento. Digo eu…

A terceira teria a ver com a instituição em si que, neste caso, seria vista como o rosto de um capitalismo feroz. Também não me parece porque as pessoas compram na mesma, logo favorecem o crescimento da empresa e de tudo o que pode representar em termos políticos e sociológicos.

E fiquei por aqui em termos de explicações terre à terre. O resto já deveria meter ETs, mutantes e divindades pagãs ao barulho. E sinceramente, não me parece plausível…

Assim, gostava saber se algum de vocês tem um palpite em relação a isso. E já agora, já experimentaram? Porquê? Qual é a sensação?

Falem comigo, partilhem...

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Artista do Mês: Laura Pausini

Acredito que todos nós já passámos pela mesma situação. Sabem, quando gostamos de um CD e que começamos a ouvi-lo vezes sem fim até nos encher e, passado alguns anos, voltamos a ouvi-lo com o mesmo prazer? Pronto, é isso mesmo que me está a acontecer com um Best Of da Laura Pausini.

Imagino que alguns ficarão surpreendidos por eu falar desta cantora. Entendo perfeitamente, até porque acho que nunca ninguém me ouviu comentar nada acerca dela (ou de falar sobre música italiana) e porque, verdade seja dita, não se adequa muito com o meu perfil. Mas como dizia a outra, sou uma caixinha de surpresas :-)

Nem sei dizer ao certo quando é que ouvi a Laura Pausini pela primeira vez. Muito provavelmente, suponho que tenha sido quando ela apresentou La Solitudine ao público, em 1993 (eh pah, já lá vão uns anos). De qualquer forma, o meu verdadeiro (re)encontro foi muito mais recente e ocorreu em 2000 quando foi lançada a colectânea intitulada "The Best of Laura Pausini: E Ritorno da Te".

Como muitos artistas, a Laura Pausini aprendeu com o pai, tendo subido aos palcos com  apenas 8 anos de idade e, mais tarde, já com 13 anos, teve a sua primeira experiência em estúdio ao lançar o seu primeiro álbum produzido pelo seu pai: I Sogni di Laura. Mas a carreira musical da jovem Laura só vai realmente começar em 1993 quando cantou pela primeira vez La Solitudine que lhe permitiu vencer o famoso Festival de San Remo. Logo a seguir, assinou um contrato com a Warner Music e iniciou uma brilhante carreira internacional.

Para tal e aproveitando o facto da cantora gostar de línguas estrangeiras, (que coincidência, eu também) foi-lhe pedido para cantar em Espanhol sendo que o objectivo assumido era de conquistar o mercado Ibérico e da América do Sul. Algumas das suas canções foram inclusive traduzidas para Português.

A seguir, surgiram vários álbuns escritos pela própria Laura Pausini (Le Chose Che Vivi, La Mia Risposta, Tra Te e Il Mare) para finalmente experimentar cantar na língua de Shakespeare no álbum From The Inside que saiu em 2002 e que foi um grande sucesso nos Estados-Unidos onde, durante várias semanas, esteve à frente de cantores como Madonna, Mariah Carey ou ainda Michael Jackson. Deste álbum podemos destacar Surrender.

No que diz respeito aos seus concertos, é importante destacar que foi a primeira mulher a realizar um espectáculo no Estádio Giuseppe Meazza - San Ciro (Milão), no dia 2 de Junho de 2007, perante 70 000 pessoas. A escolha do estádio não é inocente, pois a Laura Pausini é uma fã do AC Milan.

De resto, e ficando pelos números, podemos resumir a carreira da cantora da forma seguinte: 65 milhões de discos vendidos em mais de 60 países mas, melhor do que números, não há nada como ouvir algumas das suas músicas que poderão encontrar na categoria "Vídeos".

Para recordar ou descobrir...

PS: Post dedicado à Mónica ;-)