terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Aeroportos, Girafas e Dentistas...



Continuando os posts dedicados aos aeroportos, aviões e afins, acho que chegou a altura de falarmos sobre o aeroporto de Düsseldorf.

Trata-se de um aeroporto absolutamente normal, com terminais, check-in, portas de embarque, salas de espera, cafés, restaurantes, aviões (já agora), etc. Mas, a par disso, também apresentou-me duas particularidades que nunca tinha antes visto.

A primeira, e aquela que deu mais nas vistas, foi uma imensa girafa com o seu rebento que tinha por objectivo promover uma empresa de aluguer de automóveis. Por favor, não me perguntem qual a relação entre um e outro.


A segunda, na minha opinião tão original como a primeira, foi a presença de um dentista dentro do aeroporto.


Ainda não percebi o porquê da coisa… Entendo que quem sentir dores de dentes irá, com certeza, dar graças a Deus por ter um especialista por perto. Mas, neste caso e seguindo esta lógica, é preciso também incluir um osteopata para quem sofrer de mal de costas, um massagista para quem sofrer de angústia pré-voo, e um médico de clínica geral. Basicamente, seria necessário uma espécie de mini clínica em todos os aeroportos. 

Alguém mais conhece aeroportos peculiares como este?

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Quinta da Cruz



Nunca fui um grande amante dos números. Sempre os achei demasiado impessoais… Principalmente quando estes servem para identificarem pessoas, como é o caso dos números de alunos na universidade ou ainda os números dos quartos que servem para identificar os hóspedes num hotel. Porém, no que diz respeito a este último ponto, dei há pouco tempo atrás o primeiro passo para nos reconciliarmos.

A Quinta da Cruz em Vila Meã (Amarante) recebeu-me no passado mês de Novembro e, desde o check-in até ao check-out, fiquei encantado com a minha estadia.


Pela primeira vez num hotel, a recepcionista acompanhou-me durante uma visita guiada às instalações da quinta, começando pelo quarto com terraço, o SPA, o espaço de convívio, a sala de bilhar, a sala de refeições, a piscina, o corte de ténis, etc.



Tudo foi feito para que me sentisse em casa durante esta estadia e o facto de me ter sido apresentado a gerente da quinta contribuiu imenso para passar óptimos momentos. É muito raro conhecermos alguém apaixonado pelo seu trabalho e que preza receber bem os seus hóspedes. Entre os diferentes miminhos, saliento por exemplo, um jantar realizado pela própria gerente ou ainda uma conversa informal sobre as origens da quinta e o seu restauro enquanto tomávamos um chá.


Resumindo, o fim-de-semana na Quinta da Cruz correu lindamente e recomendo este estabelecimento a todos, pois tenho a ser certeza absoluta que gostarão de serem tratados pelos vossos nomes…

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Milão



Ao contrário de Düsseldorf, sabia perfeitamente onde ficava Milão e, obviamente, sei qual a relevância desta cidade para quem trabalha na moda, em geral, e no sector do calçado, em particular. Porém, a verdade é que esta cidade nunca me tinha despertado grande curiosidade, pois sempre achei que Milão fosse uma cidade importante em termos económicos mas sem grande encanto ao contrário de outras como Roma, Verona, Veneza, etc.

Gostava poder dizer que a minha ideia estava errada mas não foi o caso. Não sei até que ponto o meu ponto de vista é objectivo, dado que passei lá poucos dias (ou noites, para ser mais correcto) mas Milão não me encantou, excepto a zona do Duomo e, claro, o mítico estádio Giuseppe Meazza.

No entanto, como qualquer grande cidade, Milão apresenta alguns pormenores curiosíssimos como, por exemplo, um aloquete presente em alguns varões das carruagens do metro. Ainda hoje, desconheço a função daquilo. Um colega meu achou que era para as pessoas prenderem as suas bicicletas mas não me parece muito plausível. Pessoalmente, achei que servisse para prender um cão mas, mesmo assim, não estou convencido. Se alguém souber, por favor, ilumine-me.

Outro aspecto que achei curioso foi a presença de máquinas distribuidoras de livros. Da mesma forma que podemos comprar um snack ou uma bebida, em Milão também podemos pôr a nossa leitura em dia. Sinceramente, não sei até que ponto estas máquinas são rentáveis mas não deixa de ser uma ideia engraçada e invulgar.


Para quando um distribuidor de calçado descartável? Afinal, não será Milão a capital mundial do calçado?